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01/06/2011

A Polícia Civil de Franca continua investigando os ataques a caixas eletrônicos registrados nesta última terça-feira, dia 31, na região. A ação terminou com dois bancos explodidos, três bandidos mortos e três feridos — um deles levou oito tiros e está em estado crítico. Também houve quatro prisões e outras pessoas são procuradas

De acordo com a Polícia Civil, a ação toda teria começado a ser tramada em Campinas e contou com a ação inclusive de policiais militares e ex-PMs. Por sinal, os três mortos no confronto com a PM são de Campinas: Paulo Roberto da Silva Júnior, de 26 anos, Ivan Snagalli, de 26 anos, e Jonatan Cardoso Ramos, de 25 anos.

Os nomes deles foram confirmados somente no final da noite. Os feridos são Heber Moisés Cruz Pereira e Marcos Tadeu da Silva, ambos de Campinas, além de Silvano Pires da Silva, de Sumaré. Foram presos Anderson Gomes da Silva, de Campinas, e Jéferson Chaves Batista, de Sumaré.

A identificação de todos foi complicada, pois alguns usavam identidades falsas e se negavam a dar os nomes corretos. Assim, foi preciso fazer a coleta de impressões digitais e solicitar análise junto ao Instituto de Identificação da Secretaria de Segurança Pública.

Também foi preso o policial militar Fernando de Almeida, de 27 anos. Ele é dono da casa em Franca usada como 'quartel' para a quadrilha agir na região. O delegado Daniel Radaeli, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), falou ao Portal RAC que há indícios também de que ele tenha participado da explosão de dois bancos em Patrocínio Paulista. E que depois viajou quase 400 quilômetros e se apresentou para trabalhar em Hortolândia, mas foi preso em flagrante.

Ele foi descoberto porque sua mulher, Inez Cristina de Almeida, também presa, teria enviado mensagens via celular informando sobre a ação da polícia. Um outro policial, esse de Americana, também acabou preso por envolvimento no planejamento dos ataques.

O bando todo já vinha sendo investigado há meses pelo GAECO, que conta com a participação de policiais e promotores de Justiça. Eles monitoravam a casa do PM que era usada pela quadrilha.

Fonte: RAC.com

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