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Falta de segurança no Espírito Santo afeta o transporte de cargas nacional

13/02/2017

O SETCESP, Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região, manifesta publicamente que, por conta dos últimos acontecimentos no estado do Espírito Santo, as empresas de transporte rodoviário de cargas estão com grandes dificuldades nas entregas e coletas de produtos nos municípios capixabas.

A atual situação não afeta apenas a economia, o abastecimento urbano e o prazo de entrega de mercadorias da região, mas do Brasil como um todo – visto que no estado encontram-se importantes rodovias utilizadas no âmbito logístico nacional, como a BR-101, que corta o estado de norte a sul, pelo litoral, e conecta parte do sudeste ao nordeste brasileiro e a BR-262, que liga Vitória a Belo Horizonte (MG) ao extremo oeste do país, além de vários terminais consolidadores de cargas (hubs).

Nesse sentido, em decorrência da falta de policiamento nas ruas e os altos índices de criminalidade e violência registrados no estado, o tráfego de veículos de carga está fortemente prejudicado temporariamente devido à redução drástica de veículos em operação.

O motivo desta redução é garantir a segurança das cargas transportadas, que podem ser roubadas sem amparo securitário, já que as apólices não cobrem as ocorrências em casos como este — gerando ainda mais escassez de produtos para a população do Espírito Santo e de outras regiões — e, também, garantir a segurança dos motoristas e ajudantes que atuam no interior dos caminhões e se deslocam pelas estradas e vias capixabas.

O SETCESP se solidariza com toda a população do Espírito Santo e espera, que a ordem e a segurança sejam reestabelecidas o mais breve possível para o bem da população, da economia local e, também, da nação brasileira. Tão logo a situação se normalize, a circulação de veículos rodoviários de cargas será retomada para que todos os produtos represados nas indústrias e até mesmo nas transportadoras, devido à falta de segurança dos últimos 11 dias, sejam entregues dentro do menor prazo possível.

Fonte: Setcesp

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