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07/11/2014

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) cumpriu três mandados de prisão contra suspeitos que agiam no arrombamento de caixas de depósitos, do tipo cofre, pertencentes a uma empresa de carros-forte, e que estavam instalados em postos de combustíveis, como também em estabelecimentos comerciais em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana.

Um dos suspeitos, de 28 anos, foi preso em Várzea Grande. Os outros dois, segundo a polícia, de 20 e 19 anos, já estavam presos por envolvimento em outros crimes e cumprem pena em São Paulo e em Fortaleza, no Ceará. Conforme a delegada Cleibe Aparecida de Paula, os assaltantes acumulam longa ficha criminal que inclui diversos roubos, furtos, formação de quadrilha, ameaça, entre outros. “Trata-se de pessoas extremamente violentas e através da divulgação das imagens identificamos os suspeitos. Depois denúncias chegaram à Gerência, quando representamos pela preventiva dos três”, disse a delegada.

Em janeiro deste ano, dois dos suspeitos chegaram a ser detidos pelo GCCO em ação conjunta com policiais militares da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam). Eles foram identificados depois que a Polícia Civil divulgou imagens da agressão de um vigilante, de 65 anos. As imagens mostravam os dois agredindo a vítima, na madrugada do dia 15 de janeiro deste ano. O vigilante foi rendido pelos assaltantes, entrou em luta corporal e quase teve um dedo da mão decepado pelos bandidos.

Conforme as investigações, o bando descobriu uma nova modalidade de assalto à caixas de depósitos. A tentativa do roubo, ocorrida no posto de combustível, da Avenida Fernando Corrêa da Costa, tem como vítima uma empresa de transporte de valores, que trabalha juntos aos estabelecimentos com depósitos eletrônicos, cujo dinheiro é recolhido periodicamente. Na ocasião, os bandidos saíram levando apenas o dinheiro do salário do vigilante, sem conseguir arrombar o caixa.

“O posto efetua os depósitos em dinheiro e recebe um extrato. Depois, os valores são recolhidos do caixa pela transportadora. Isso acontece no Brasil inteiro, mas só em Mato Grosso está acontecendo os assaltos”, explicou o delegado Flávio Henrique Stringueta.

A quadrilha utilizava um veículo cor prata, que já teria sido vendido, para seguir o carro-forte da transportadora de valores e, assim, descobrir os dias de recolhimento do dinheiro. “Um ou dois dias antes passavam e faziam o assalto, que demorava em média 2 horas, pois faziam uma espécie de pescaria das cédulas”, completou o delegado. Os presos serão indiciados pelos crimes roubo qualificado e furto qualificado três vezes. O inquérito será concluído em 10 dias.

Fonte: G1

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