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Bope prende suspeito de roubo de carga com destino a Campo Novo

27/06/2014

Policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Militar, prenderam D.J.S.G., de 22 anos, suspeito de participar do roubo de uma carreta Volvo e de sequestrar o motorista, que ficou cerca de 12 horas em um cativeiro improvisado, às margens da BR-163.
 
O cúmplice do suspeito conseguiu escapar, levando um revólver calibre 38. A prisão ocorreu na tarde de terça-feira (24), por volta das 16h30, quando os policiais, que voltavam de um treinamento, encontraram uma carreta tombada na pista.
 
Depois de pararem, com a intenção de socorrer o motorista e/ou passageiros que estariam feridos, os militares avistaram D.J., que saiu correndo e entrou em um matagal, levantando suspeitas.
 
Não demorou muito quando o motorista apareceu com as mãos amarradas, relatando que tinha sido sequestrado por três homens, que roubaram sua carreta Volvo 360 azul, placas IER 1177.  Os PMs então fizeram buscas e localizaram o suspeito.
 
Um terceiro integrante do bando estaria ao volante da carreta e a intenção seria atravessar a fronteira com a Bolívia, para entregar o veículo a traficantes.
 
Os PMs passaram mensagens sobre o roubo a todos os policiais da fronteira, mas a carreta não foi localizada. Conforme a vítima, ele levava uma carga de materiais para construção, de Cuiabá para Campo Novo do Parecis. Um sujeito que seria um dos donos da carga passava as instruções sobre o destino por meio de celular.
 
“Um dos pedidos era levar um rapaz que se chamava Wiliam, que embarcaria após o posto da Polícia Rodoviária Federal, no Trevo do Lagarto, em Várzea Grande e seguiria viagem. Só que, no meio do caminho, ele sacou um revólver, anunciou o assalto e logo apareceram mais dois homens”, disse o motorista. Rendido, o carreteiro foi colocado em um Fiat Uno e levado para o cativeiro improvisado.
 
O suspeito e o cúmplice ficaram com ele, enquanto que o terceiro, conhecido como Boliviano Gordo, seguiu com a carreta, em direção à fronteira com a Bolívia.
“Eles (os ladrões) disseram que só queriam a carreta. Assim que ela passasse a fronteira, iriam me libertar. Ficamos mais de 12 horas, até que aconteceu o acidente na pista e apareceu a Polícia”, disse a vítima.
 
Aos militares, o suspeito disse que foi contratado, juntamente com os dois cúmplices, para participar do roubo e cada um receberia R$ 600, sendo metade como garantia e o restante seria pago quando a carreta atravessasse a fronteira.
 
Fonte: Barra1

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