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Pesquisa mostra a imagem do TRC no Brasil

25/09/2013

Segundo a pesquisa de opinião, quando o assunto é o Transporte Rodoviário de Cargas – TRC – a primeira coisa que vem à mente das pessoas é a falta de preparo dos motoristas, com 20% das opiniões, contra apenas 3% em relação aos formadores de opinião entrevistados. “Este dado mostra como há uma grande diferença de opiniões entre a imagem que se passa para a população e a verdadeira imagem que o setor tem por aqueles que o integram”, explicou Benatti.
 
Porém, quando a população é questionada sobre o grau de positividade que eles vêem no setor, 48% acham o TRC como uma atividade positiva, e desta porcentagem 18% explicam que é por que o transporte colabora com o desenvolvimento do país, e 12% diz que é um setor importante para a economia. Já os formadores de opinião são mais crentes no TRC, 70% deles dizem que enxergam o setor como positivo para o país, e dentro deste número, 40% acreditam que ele colabora com o desenvolvimento do Brasil.
 
Outro item citado durante a pesquisa foi a renovação de frota, que segundo os formadores de opinião entrevistados, 32% deles acredita que é um fator importante quando se fala em melhora dos veículos hoje utilizados no transporte de cargas. “Segundo dados da CNT, a idade média de um caminhão de motorista autônomo é de 17 anos, o que significa que temos uma grande parte da nossa frota circulante velha, e só conseguiremos modificar este quadro com uma política de governo que incentive a renovação da nossa frota com o sucateamento dos veículos antigos”, salientou Flávio Benatti.
 
Um dado muito preocupante apresentado pela pesquisa foi o baixo índice de aceitação do setor por parte da população para trabalhar. Apenas 23% gostariam de trabalhar no TRC, contra 77% daqueles que não gostariam de trabalhar neste segmento. E, além disso, os entrevistados também desconsideraram a ideia de investir no setor, 70% disseram que não acham o Transporte Rodoviário de Cargas um segmento atrativo.  A amostra contou com mil entrevistas de pessoas que moram perto de rodovias ou tem algum tipo de ligação com o transporte rodoviário de cargas e também com as respostas de 120 formadores de opinião. A pesquisa quantitativa teve uma média de erro de 3,1%, para mais ou para menos. O Instituto Bonilha, de Curitiba, foi o responsável pela pesquisa encomendada pela Volvo.

 
Fonte: NTC&Logística

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