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Caminhoneiros liberam rodovia em MT

04/07/2013

Caminhoneiros que bloqueavam trechos da BR-364 liberaram a pista na tarde de ontem, depois de 48 horas de paralisação. A categoria se reúne na próxima quinta-feira (11) para avaliar as pautas de reivindicações que serão entregues às autoridades. Estarão presentes na reunião, representantes dos sindicatos de profissionais autônomos, empresas, patronais, cooperativas e associações. Segundo o vice-presidente do Sindicato de Caminhoneiros Autônomos de Sorriso e Região, Walter Pereira de Souza, as próximas manifestações serão em Brasília.

A categoria reivindica 14 pautas, entre elas a criação de uma secretaria de transportes e cargas, ligada diretamente à Presidência da República. O fim ao bloqueio deve-se à liminar da Justiça Federal de Minas Gerais, válida em todo o Brasil, que previa multa de R$ 100 mil, por hora, aos sindicatos responsáveis pela manifestação. Cerca de 500 profissionais aderiram ao protesto em Mato Grosso e não descartam a possibilidade de tornar a bloquear a rodovia, caso as solicitações não sejam atendidas.

De acordo com o Sindicato dos Motoristas Profissionais e Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres de Cuiabá e Região, após entregar as pautas, a categoria irá esperar uma proposta do governo para a solução dos problemas. Caso contrário, a categoria voltará a parar. Transtornos – Devido à paralisação, havia a possibilidade de desabastecimento, principalmente de combustíveis e alimentos em todo o Brasil, visto que além de Mato Grosso, a manifestação atingiu seis estados.

A Polícia Federal de Mato Grosso deve abrir inquérito sobre a atuação do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) na convocação da paralisação geral da categoria. A ação foi determinada pelo Ministro de Justiça, José Eduardo Cardozo, mas até o fechamento desta edição, a PF de Mato Grosso não havia recebido o documento oficial com as orientações do processo. A decisão de Cardozo se dá em resposta a um pedido encaminhado pelo ministro dos Transportes, César Borges. Segundo o documento, enviado por Borges, o representante do MUBC, Nélio Botelho, declarou à imprensa que, a partir de 48 horas de paralisação, haveria desabastecimento em todo o país.

Fonte: Diário de Cuiabá

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