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Motociclistas trocam seguro por rastreamento veicular

19/01/2012

O crescimento constante da frota de motocicletas, principalmente de baixa cilindradas, preocupa os proprietários que não conseguem encontrar seguradoras dispostas a proteger este tipo de veículo. Como alternativa para não deixar o patrimônio desprotegido, os usuários estão recorrendo a tecnologia do rastreamento veicular.

As motocicletas de baixa cilindradas são muito visadas por assaltantes, devido ao grande número de usuários e a facilidade de desmonte e venda de peças. Em muitos casos, o furto acontece antes de sanar a compra parcelada do veículo, que continua a emitir boletos referentes ao bem que a vítima não possui mais.

- O sistema de rastreamento veicular serve para tranquilizar o proprietário de motocicletas que não tem condições de pagar um seguro que, quando aceita contemplar a propriedade, cobra cerca de 40% do valor do veículo. Com o grande índice de furtos e roubos de motos nos centros urbanos, este mercado está crescendo cada vez mais e o baixo custo para manter o rastreamento tem sido um grande atrativo - comenta o gerente operacional da Volpato, Cristiano Almeida.

A partir do momento do roubo ou furto, basta um telefonema do cliente para a empresa prestadora do serviço de rastreamento veicular, para que a motocicleta seja bloqueada gradualmente (simulando a falta de gasolina), sendo emitido um sinal sonoro para identificação e motivar a fuga do contraventor. Logo após, uma equipe de pronta resposta dirige-se ao local para o resgate do veículo, com o apoio da segurança pública.

A venda de motocicletas no Brasil em 2011 superou o nível de 2008, o melhor ano para a indústria brasileira, configurando-se em recorde. Foram emplacadas 1.940.564 unidades, segundo dados da Fenabrave divulgados no início desse mês. O crescimento é de 7,6% em relação a 2010, quando foram emplacadas 1.803.864 motocicletas.


Fonte: Cross Brasil

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